PROJETO CIRCO
Confeccionar uma tenda do circo e deixar eles pintarem com guacheEquilibar bola no arDvd da xuxa 5Equilrar em cordas, dar cabalhotasPedir aos pais uma camida velha de malha e confeccionar a roupa do palhaço pintando com guacheDesenhar o equilibrista e colocar a bolinhas de papel crepom deixar eles amassarem as bolinhasAcertar na boca do palhaço a bolaTirar da cartola coisas que pertencem o circoAnimais que tem no circo (cataz)Equilibrar-se sobre vários objetos: corda, banco, linhas;Contação de histórias com o auxílio de fantoches, livros e fantasias dos personagens do circo;Brincar de mágica com as crianças, despertando a imaginação e a curiosidade;Personagens do circo em gravuras: descobrir quem é através de charadas;Confeccionar um fantoche de palhaço em saco de papel;Explorar os personagens através do saco surpresa;Assistir a um número de circo.Fazer pintura com molde vazado dos animais;Desfile do circo;Músicas e filmes;Construção do carro do palhaço com caixas de papelão;Confeccionar a cartola do mágico;Construir com as crianças móbiles referentes ao tema;Confeccionar o chapéu do palhaço;Explorar comidas do circo, como pipoca, acompanhando o procedimento de preparo da mesma, o som, e sua transformação;Explorar objetos de sopro utilizados no circo, como apitos e bolinhas de sabão.Equilibrar bola na colher levando de um lado para o outroCorrida de sacoConfecçao da gravata do palhaçoPintura na folha dobrada incentivar como se fosse uma magica vejam o que apareceufazer os narizinhos de fundo de caixa de ovo, pintados de vermelhodesenhar um palhaço gigante na folha de 40kg e dividir a turma em 4 grupos e cada um teria um palhaço p/ enfeitar. Na blusa colar restos de E.V.A, nas calças fazer bolinhas e pintar com cola colorida sendo q cada criança do grupo seria responsável por uma cor. Colar lã nos cabelosOBJETIVOSExplorar movimentos com o corpo, promovendo o desenvolvimento da motricidade ampla, equilíbrio e lateralidade;Conhecer, nomear e identificar personagens e animais do circo, favorecendo o desenvolvimento da oralidade e fluência;Proporcionar o contato com materiais e texturas variados;Aprimorar a motricidade fina através de trabalhos manuais e manuseio de materiais; Promover o contato com cores, formas e tamanhos, construindo nações sobre esses atributos.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Respeitando os limites de aprendizagem de cada aluno

Cada criança possui seu próprio ritmo de aprendizagem.
Todo criança apresenta um ritmo único no processo de evolução. Cada pessoa tem uma história particular e única, formada por sua estrutura biológica, psicológica, social e cultural. Esse fato ocorre tanto no ambiente familiar quanto no escolar.
Da mesma forma que uma criança engatinha, fala, anda etc. precocemente ou tardiamente em relação uma das outras, no processo de aprendizagem ocorre o mesmo com o aluno.
Partindo desse pressuposto eis uma questão a refletir: Enquanto educador, qual seria o melhor caminho a seguir, para que esteja preparado para respeitar o ritmo da cada aluno e saber lidar com essa indiferença?
Ao se tratar de educação não existe receita pronta. Mas isto não significa que não existem caminhos que possam ser seguidos, de maneira que venha a contribuir para atuar em situações, em especial com o ritmo de aprendizado de cada indivíduo, independente da faixa etária.
Sugere-se como ponto de partida, a elaboração de um projeto de ensino que estabeleça como objetivo, atender todos os alunos, independente da capacidade que eles venham a apresentar. Ou seja, alunos lentos ou rápidos, alunos que tendem mais para o lado competitivo ou colaborativo, alunos oriundos de famílias estruturadas, desestruturadas, que apresentem necessidades especiais, entre outros.
Considerando a escola um ambiente em que todos devem ser tratados com igualdade, o ideal é que os alunos tenham as mesmas oportunidades, porém, essas podem ser aplicadas de forma diferenciada, dependendo do ritmo de cada um. O educador deve se conscientizar que o aluno é formado através das experiências que são vivenciadas por toda sua vida. O desenvolvimento do aluno tem uma forte ligação com o ambiente em que vive, sua relação cultural e principalmente a maneira como a família se relaciona com ele.
É fundamental ao professor o respeito ao ritmo de aprendizagem de cada aluno, sendo extremamente necessário buscar estratégias que venham melhorar o desempenho daqueles que apresentam evolução mais lenta.
Ao trabalhar com uma turma composta por alunos que possuem diferentes ritmos de aprendizagem, professores que passaram por essa vivência tiveram resultados positivos a partir do instante que começaram a aplicar diversas atividades, de conteúdos diferentes ou iguais, na mesma turma, respeitando o tempo de cada criança.
Recomenda-se também a mudança da rotina diária, colocando os alunos para trabalharem em forma de grupo, dupla, individual, ambientes e atividades diferenciadas como laboratórios, teatros, quadra, jogos didáticos, dança, música, etc., variando conforme a necessidade, tornando a aula diferente e prazerosa. Vale ressaltar que a criatividade do professor é um dos pontos chaves para lidar com esse tipo de situação.
Todo criança apresenta um ritmo único no processo de evolução. Cada pessoa tem uma história particular e única, formada por sua estrutura biológica, psicológica, social e cultural. Esse fato ocorre tanto no ambiente familiar quanto no escolar.
Da mesma forma que uma criança engatinha, fala, anda etc. precocemente ou tardiamente em relação uma das outras, no processo de aprendizagem ocorre o mesmo com o aluno.
Partindo desse pressuposto eis uma questão a refletir: Enquanto educador, qual seria o melhor caminho a seguir, para que esteja preparado para respeitar o ritmo da cada aluno e saber lidar com essa indiferença?
Ao se tratar de educação não existe receita pronta. Mas isto não significa que não existem caminhos que possam ser seguidos, de maneira que venha a contribuir para atuar em situações, em especial com o ritmo de aprendizado de cada indivíduo, independente da faixa etária.
Sugere-se como ponto de partida, a elaboração de um projeto de ensino que estabeleça como objetivo, atender todos os alunos, independente da capacidade que eles venham a apresentar. Ou seja, alunos lentos ou rápidos, alunos que tendem mais para o lado competitivo ou colaborativo, alunos oriundos de famílias estruturadas, desestruturadas, que apresentem necessidades especiais, entre outros.
Considerando a escola um ambiente em que todos devem ser tratados com igualdade, o ideal é que os alunos tenham as mesmas oportunidades, porém, essas podem ser aplicadas de forma diferenciada, dependendo do ritmo de cada um. O educador deve se conscientizar que o aluno é formado através das experiências que são vivenciadas por toda sua vida. O desenvolvimento do aluno tem uma forte ligação com o ambiente em que vive, sua relação cultural e principalmente a maneira como a família se relaciona com ele.
É fundamental ao professor o respeito ao ritmo de aprendizagem de cada aluno, sendo extremamente necessário buscar estratégias que venham melhorar o desempenho daqueles que apresentam evolução mais lenta.
Ao trabalhar com uma turma composta por alunos que possuem diferentes ritmos de aprendizagem, professores que passaram por essa vivência tiveram resultados positivos a partir do instante que começaram a aplicar diversas atividades, de conteúdos diferentes ou iguais, na mesma turma, respeitando o tempo de cada criança.
Recomenda-se também a mudança da rotina diária, colocando os alunos para trabalharem em forma de grupo, dupla, individual, ambientes e atividades diferenciadas como laboratórios, teatros, quadra, jogos didáticos, dança, música, etc., variando conforme a necessidade, tornando a aula diferente e prazerosa. Vale ressaltar que a criatividade do professor é um dos pontos chaves para lidar com esse tipo de situação.
Contos de fadas

Trabalhar com contos de fadas nas escolas é uma atividade prazerosa para todos os envolvidos no processo educativo, pois é um tema de grande aceitação entre as crianças, que desperta interesse, envolvimento e participação dos mesmos.
O professor, antes de iniciar seu trabalho, deve desenvolver um projeto por escrito, em referência ao mesmo, citando a justificativa, os objetivos de se desenvolver o projeto, quais os recursos didáticos que disponibilizará para a realização do mesmo, a metodologia das aulas, dentre outros, buscando discutir com os alunos quais seus interesses diante do mesmo.
O importante de se desenvolver esse projeto é que, através dele o professor consegue trabalhar alguns conflitos do dia-a-dia dos alunos, bem como buscar as soluções para os mesmos, procurando encontrar respostas para aquilo que não está bem.
À medida que as histórias vão sendo trabalhadas, as crianças podem se identificar com os personagens e transferirem todos os seus conflitos para aqueles vividos na história. A criança se envolve tanto que passa a viver como se fosse um dos personagens.
Os assuntos abordados nos contos de fada muitas vezes tornam-se reais, como os medos que fazem parte de nossa vida.
Dentre esses, os que mais vemos nas crianças são medo de escuro, de animais, dos pais não buscarem na escola, etc. Porém, um dos medos mais difíceis de trabalhar nas escolas é o medo do Lobo Mau. Na verdade, a intenção das histórias, como a Chapeuzinho Vermelho, não é de assustar as crianças, mas de mostrar para as mesmas que não devemos falar com pessoas estranhas, que não podemos confiar em qualquer um.
A interação de personagens de várias histórias
O amor é outro importante tema dos contos de fadas, sempre aparecendo com um príncipe encantado e a princesa, que se casam ao final da história.
Esses sentimentos fazem parte da vida de qualquer ser humano e é bom que as crianças aprendam a lidar com eles o quanto antes.
Nas aulas as crianças vão percebendo que seus medos vão sendo amenizados à medida que a professora as faz refletir sobre os mesmos, que as suas relações sociais vão ficando menos conflitantes, devido a momentos de discussão dos combinados da turma, como regras de boa convivência que devem respeitar. Já o amor, este vai surgindo através do respeito ao próximo, das atitudes menos egoístas e de carinho. Assim, a criança vai percebendo que a amizade é uma importante conquista para seu dia-a-dia.
Os contos de fadas ensinam também as crianças a enfrentarem sentimentos de perda e angústia. Através deles as crianças percebem que tudo de ruim que pode acontecer na vida de uma pessoa pode passar, pois sempre há uma fada para ajudar a resolver os problemas, como as mães, avós, tias ou mesmo as professoras.
Enquanto divertem as crianças, os contos trabalham o lado emocional das mesmas, favorecendo o desenvolvimento de suas personalidades, pois tratam vários problemas de forma prazerosa e aceitável. Cultivam a esperança, o sonhar e nos mostram que sempre há esperança para os finais felizes.
E é importante ressaltar ainda que, para as crianças acostumadas a ouvir histórias e estimuladas a ter sempre contato com as mesmas, a leitura se fará constante na vida delas.
O professor, antes de iniciar seu trabalho, deve desenvolver um projeto por escrito, em referência ao mesmo, citando a justificativa, os objetivos de se desenvolver o projeto, quais os recursos didáticos que disponibilizará para a realização do mesmo, a metodologia das aulas, dentre outros, buscando discutir com os alunos quais seus interesses diante do mesmo.
O importante de se desenvolver esse projeto é que, através dele o professor consegue trabalhar alguns conflitos do dia-a-dia dos alunos, bem como buscar as soluções para os mesmos, procurando encontrar respostas para aquilo que não está bem.
À medida que as histórias vão sendo trabalhadas, as crianças podem se identificar com os personagens e transferirem todos os seus conflitos para aqueles vividos na história. A criança se envolve tanto que passa a viver como se fosse um dos personagens.
Os assuntos abordados nos contos de fada muitas vezes tornam-se reais, como os medos que fazem parte de nossa vida.
Dentre esses, os que mais vemos nas crianças são medo de escuro, de animais, dos pais não buscarem na escola, etc. Porém, um dos medos mais difíceis de trabalhar nas escolas é o medo do Lobo Mau. Na verdade, a intenção das histórias, como a Chapeuzinho Vermelho, não é de assustar as crianças, mas de mostrar para as mesmas que não devemos falar com pessoas estranhas, que não podemos confiar em qualquer um.
A interação de personagens de várias histórias
O amor é outro importante tema dos contos de fadas, sempre aparecendo com um príncipe encantado e a princesa, que se casam ao final da história.
Esses sentimentos fazem parte da vida de qualquer ser humano e é bom que as crianças aprendam a lidar com eles o quanto antes.
Nas aulas as crianças vão percebendo que seus medos vão sendo amenizados à medida que a professora as faz refletir sobre os mesmos, que as suas relações sociais vão ficando menos conflitantes, devido a momentos de discussão dos combinados da turma, como regras de boa convivência que devem respeitar. Já o amor, este vai surgindo através do respeito ao próximo, das atitudes menos egoístas e de carinho. Assim, a criança vai percebendo que a amizade é uma importante conquista para seu dia-a-dia.
Os contos de fadas ensinam também as crianças a enfrentarem sentimentos de perda e angústia. Através deles as crianças percebem que tudo de ruim que pode acontecer na vida de uma pessoa pode passar, pois sempre há uma fada para ajudar a resolver os problemas, como as mães, avós, tias ou mesmo as professoras.
Enquanto divertem as crianças, os contos trabalham o lado emocional das mesmas, favorecendo o desenvolvimento de suas personalidades, pois tratam vários problemas de forma prazerosa e aceitável. Cultivam a esperança, o sonhar e nos mostram que sempre há esperança para os finais felizes.
E é importante ressaltar ainda que, para as crianças acostumadas a ouvir histórias e estimuladas a ter sempre contato com as mesmas, a leitura se fará constante na vida delas.
Berçário – o que trabalhar?
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Berçário – o que trabalhar?
Em classes de berçário, onde estão crianças de uma faixa etária bem pequena – de 4 meses a 1 ano e meio, é comum que estes fiquem em tatames, sem um trabalho mais específico, voltado para o aprendizado sistemático.
É errado pensar que não existem formas de trabalhar com esses pequenos ou que eles devem apenas ficar num espaço com brinquedos dispostos para distraí-los.
Devemos considerar que o brincar é a atividade mais importante para o desenvolvimento infantil, mas desde que estes tenham contato direto com materiais que favoreçam o reconhecimento das diferentes sensações, cores, formas, além de conviverem com outras crianças, ampliando seu contato social com pessoas e com o mundo que a cerca.
Existe uma boa quantidade de materiais, objetos que podem ser explorados nas salas de berçário.
Podemos classificá-los de acordo com as necessidades das crianças ou de suas primeiras aprendizagens, como diferentes texturas, cores, formas, sons, tamanhos, dentre vários outros.
As professoras, juntamente com as auxiliares de sala, podem montar caixas de materiais a serem explorados pelas crianças.
A diversidade dos materiais varia de acordo com os interesses das professoras
Para as texturas podem juntar pedaços de lixa, tecidos, algodão em bolinhas, buchas que contenham duas faces – uma áspera e outra lisa, massinha caseira, novelos de lã, etc.
Os tamanhos podem ser trabalhados com potes, latas, garrafas PET, argolas de plástico, almofadas pequenas e grandes, bolas de diversos tamanhos, blocos do tipo lego, carrinhos de diversos tamanhos, bonecas variadas e muitos outros.
Para se trabalhar cores é importante que os materiais apareçam também nas mais variadas delas, para que os alunos tenham contato com a diversidade das mesmas. Porém, nessa faixa etária o principal é trabalhar com as cores primárias – vermelho, azul e amarelo. Potes e embalagens de produtos alimentícios, como os sorvetes, são próprios para esses momentos. Os produtos de higiene e limpeza também possuem uma coloração mais forte, facilitando o trabalho e o possível entendimento das crianças.
Alguns instrumentos musicais são adequados, pois além de trabalhar os diferentes sons, incentivam a concentração dos pequenos. Chocalhos, pandeiros, tambores, podem ser feitos com materiais reciclados, diminuindo ainda os custos da instituição. Alguns apitos fazem sons de passarinhos e distraem bastante os alunos.
É importante que os materiais sejam dispostos pela sala, mas de forma classificada, onde cada dia se trabalha com um conceito, até mesmo para que as crianças tenham, a cada dia, acesso a um material diferente.
Além de deixar as crianças manuseá-los, as professoras devem mostrar as diferenças existentes entre os mesmos. Dessa forma, os conteúdos de educação infantil tornam-se adequados para um bom trabalho com bebês.
É errado pensar que não existem formas de trabalhar com esses pequenos ou que eles devem apenas ficar num espaço com brinquedos dispostos para distraí-los.
Devemos considerar que o brincar é a atividade mais importante para o desenvolvimento infantil, mas desde que estes tenham contato direto com materiais que favoreçam o reconhecimento das diferentes sensações, cores, formas, além de conviverem com outras crianças, ampliando seu contato social com pessoas e com o mundo que a cerca.
Existe uma boa quantidade de materiais, objetos que podem ser explorados nas salas de berçário.
Podemos classificá-los de acordo com as necessidades das crianças ou de suas primeiras aprendizagens, como diferentes texturas, cores, formas, sons, tamanhos, dentre vários outros.
As professoras, juntamente com as auxiliares de sala, podem montar caixas de materiais a serem explorados pelas crianças.
A diversidade dos materiais varia de acordo com os interesses das professoras
Para as texturas podem juntar pedaços de lixa, tecidos, algodão em bolinhas, buchas que contenham duas faces – uma áspera e outra lisa, massinha caseira, novelos de lã, etc.
Os tamanhos podem ser trabalhados com potes, latas, garrafas PET, argolas de plástico, almofadas pequenas e grandes, bolas de diversos tamanhos, blocos do tipo lego, carrinhos de diversos tamanhos, bonecas variadas e muitos outros.
Para se trabalhar cores é importante que os materiais apareçam também nas mais variadas delas, para que os alunos tenham contato com a diversidade das mesmas. Porém, nessa faixa etária o principal é trabalhar com as cores primárias – vermelho, azul e amarelo. Potes e embalagens de produtos alimentícios, como os sorvetes, são próprios para esses momentos. Os produtos de higiene e limpeza também possuem uma coloração mais forte, facilitando o trabalho e o possível entendimento das crianças.
Alguns instrumentos musicais são adequados, pois além de trabalhar os diferentes sons, incentivam a concentração dos pequenos. Chocalhos, pandeiros, tambores, podem ser feitos com materiais reciclados, diminuindo ainda os custos da instituição. Alguns apitos fazem sons de passarinhos e distraem bastante os alunos.
É importante que os materiais sejam dispostos pela sala, mas de forma classificada, onde cada dia se trabalha com um conceito, até mesmo para que as crianças tenham, a cada dia, acesso a um material diferente.
Além de deixar as crianças manuseá-los, as professoras devem mostrar as diferenças existentes entre os mesmos. Dessa forma, os conteúdos de educação infantil tornam-se adequados para um bom trabalho com bebês.
A aprendizagem da leitura e da escrita
A aprendizagem da leitura e da escrita
Vários autores, estudiosos do processo de aquisição da leitura e da escrita, concordam que ele se inicia muito antes do que geralmente se imagina, quando a criança, mesmo sem frequentar a escola, começa a tomar contato com materiais escritos, em casa, na rua, ou em qualquer lugar onde se encontre.Entre esses pesquisadores, uma autora argentina e também psicopedagoga chamada Emília Ferreiro contribuiu bastante para o entendimento de como ocorre o processo de aprendizagem da linguagem escrita. Segundo afirma, a criança pensa sobre a escrita, formulando hipóteses sobre ela, como maneira de compreender o que significa.
Essas hipóteses acontecem em todas as crianças e vão evoluindo desde a fase pré-silábica, na qual ainda não há intenção de representar através da escrita os aspectos sonoros da fala, até chegar ao padrão alfabético, que é aquele no qual a criança associa sons falados a letras escritas.Dessa forma, quando a criança faz traços contínuos no papel e atribui-lhes significado (como, por exemplo, quando escreve “hjfgdklgjhergrqilurgsd” e lê O menino caiu), ela está escrevendo, ou seja, está fazendo uma atividade investigativa sobre a escrita, que será importante para que ela possa evoluir gradativamente em sua aprendizagem. Por isso, essas tentativas da criança não devem ser motivos de chacota, ao contrário, devem ser incentivadas e reforçadas.
Estímulo à aprendizagem
Durante a aprendizagem da escrita, a criança passa por várias fases até chegar à hipótese alfabética, na qual realiza uma análise sonora da palavra que vai escrever, fazendo corresponder a cada som de fala um caráter escrito. A produção escrita da criança torna-se legível para o adulto, embora não haja ainda o domínio das regras de ortografia, o que ocorre posteriormente, de forma gradativa. Também esse processo deve ser estimulado, através da apresentação de materiais escritos na escola e no ambiente familiar, já que trata-se de uma aquisição cultural, ou seja, que não ocorre apenas internamente na criança.
Nessa fase de escrita alfabética, as crianças podem escrever palavras como, por exemplo, “dinosauro” (dinossauro), “tatussinho” (tatuzinho) e “jacare” (jacaré). É necessário que estejam em contato com vários materiais escritos, através dos quais possam perceber as diferenças no padrão de escrita do idioma e compará-los com sua maneira de escrever para que adquiram a escrita ortográfica.
É importante ressaltar que podem ocorrer diferenças individuais quanto à idade em que as crianças passam por cada fase de evolução da escrita. Essas diferenças têm a ver também com o maior ou menor interesse e estimulação (principalmente da família) em relação à oferta de material significativo de leitura e escrita.Contudo, é desejável que os pais observem a evolução de todo esse processo e estejam atentos a dificuldades específicas, que podem necessitar de ajuda profissional, principalmente quando a criança está em uma fase inicial do processo e a requisição escolar é de uma fase mais adiantada. Nesses casos é necessário diagnosticar os fatores que podem estar interferindo para, então, fazer com que a criança evolua e acompanhe o que é pedido para seu nível de escolaridade.
Como já foi citado, é importante que a criança possa ter acesso ao material escrito para que construa o conhecimento da linguagem escrita.
Leitura com prazer
A leitura, parte desse processo, também desenvolve-se de forma gradual, é um hábito a ser adquirido e deve ser fonte de prazer e não apresentada de forma obrigatória através de imposição ou cercada de castigos e ameaças.
Sua apresentação deve ocorrer o mais cedo possível na vida da criança, já no ambiente doméstico, através da família e dos pais. Estes são os primeiros incentivadores, promovendo a aproximação com a linguagem desde o momento em que cantam para os bebês, brincam com eles usando histórias, adivinhações, rimas e expressões folclóricas, ou folheiam livros e revistas buscando figuras conhecidas e perguntando sobre seus nomes.
A leitura reflete-se de forma significativa na escrita da criança (e do adulto também), na medida em que, ao ler, memorizamos as correspondências ortografia-som sem memorizar regras, e apreendemos também as exceções das mesmas, além de ampliarmos o vocabulário e o conhecimento das estruturas de diferentes textos, o que aumenta o repertório e reflete-se em uma escrita melhor.
Isso explica as diferenças quanto à apropriação da ortografia (saber, por exemplo, que a palavra “onça” deve ser escrita com “ç”, apesar do som de fala ser “s”). Escrever respeitando os padrões da língua é um processo gradual, mas depende muito da estimulação que a criança recebe quanto ao uso significativo (para ela) de material escrito.
Os adultos que participam da vida da criança têm papel fundamental no aprendizado da leitura e escrita. Por isso é importante que sejam modelos de leitura, que leiam freqüentemente para a criança e que introduzam a leitura em sua vida o mais cedo possível. Afinal, ler é um hábito a ser desenvolvido e, como todos os hábitos, só se instala se for realizado muitas vezes.
É fundamental entender que essa aprendizagem é gradativa, que devem ser respeitadas diferenças individuais e não se deve punir e criticar a criança por ela não estar lendo ou escrevendo como outra da mesma idade. Isso poderia atrapalhar o seu desenvolvimento, gerando nela sentimentos de insegurança e incapacidade.
Ao contrário, deve-se compreender que, quanto mais à criança associar a leitura e a escrita com atividades úteis e que lhe dêem prazer, maior será o seu desejo de aproximar-se delas, maior facilidade ela terá de aprendizado (afinal, aprende-se a ler e escrever lendo e escrevendo) e maiores chances ela terá de levar a leitura e a escrita como aliadas para toda a vida.
Vários autores, estudiosos do processo de aquisição da leitura e da escrita, concordam que ele se inicia muito antes do que geralmente se imagina, quando a criança, mesmo sem frequentar a escola, começa a tomar contato com materiais escritos, em casa, na rua, ou em qualquer lugar onde se encontre.Entre esses pesquisadores, uma autora argentina e também psicopedagoga chamada Emília Ferreiro contribuiu bastante para o entendimento de como ocorre o processo de aprendizagem da linguagem escrita. Segundo afirma, a criança pensa sobre a escrita, formulando hipóteses sobre ela, como maneira de compreender o que significa.
Essas hipóteses acontecem em todas as crianças e vão evoluindo desde a fase pré-silábica, na qual ainda não há intenção de representar através da escrita os aspectos sonoros da fala, até chegar ao padrão alfabético, que é aquele no qual a criança associa sons falados a letras escritas.Dessa forma, quando a criança faz traços contínuos no papel e atribui-lhes significado (como, por exemplo, quando escreve “hjfgdklgjhergrqilurgsd” e lê O menino caiu), ela está escrevendo, ou seja, está fazendo uma atividade investigativa sobre a escrita, que será importante para que ela possa evoluir gradativamente em sua aprendizagem. Por isso, essas tentativas da criança não devem ser motivos de chacota, ao contrário, devem ser incentivadas e reforçadas.
Estímulo à aprendizagem
Durante a aprendizagem da escrita, a criança passa por várias fases até chegar à hipótese alfabética, na qual realiza uma análise sonora da palavra que vai escrever, fazendo corresponder a cada som de fala um caráter escrito. A produção escrita da criança torna-se legível para o adulto, embora não haja ainda o domínio das regras de ortografia, o que ocorre posteriormente, de forma gradativa. Também esse processo deve ser estimulado, através da apresentação de materiais escritos na escola e no ambiente familiar, já que trata-se de uma aquisição cultural, ou seja, que não ocorre apenas internamente na criança.
Nessa fase de escrita alfabética, as crianças podem escrever palavras como, por exemplo, “dinosauro” (dinossauro), “tatussinho” (tatuzinho) e “jacare” (jacaré). É necessário que estejam em contato com vários materiais escritos, através dos quais possam perceber as diferenças no padrão de escrita do idioma e compará-los com sua maneira de escrever para que adquiram a escrita ortográfica.
É importante ressaltar que podem ocorrer diferenças individuais quanto à idade em que as crianças passam por cada fase de evolução da escrita. Essas diferenças têm a ver também com o maior ou menor interesse e estimulação (principalmente da família) em relação à oferta de material significativo de leitura e escrita.Contudo, é desejável que os pais observem a evolução de todo esse processo e estejam atentos a dificuldades específicas, que podem necessitar de ajuda profissional, principalmente quando a criança está em uma fase inicial do processo e a requisição escolar é de uma fase mais adiantada. Nesses casos é necessário diagnosticar os fatores que podem estar interferindo para, então, fazer com que a criança evolua e acompanhe o que é pedido para seu nível de escolaridade.
Como já foi citado, é importante que a criança possa ter acesso ao material escrito para que construa o conhecimento da linguagem escrita.
Leitura com prazer
A leitura, parte desse processo, também desenvolve-se de forma gradual, é um hábito a ser adquirido e deve ser fonte de prazer e não apresentada de forma obrigatória através de imposição ou cercada de castigos e ameaças.
Sua apresentação deve ocorrer o mais cedo possível na vida da criança, já no ambiente doméstico, através da família e dos pais. Estes são os primeiros incentivadores, promovendo a aproximação com a linguagem desde o momento em que cantam para os bebês, brincam com eles usando histórias, adivinhações, rimas e expressões folclóricas, ou folheiam livros e revistas buscando figuras conhecidas e perguntando sobre seus nomes.
A leitura reflete-se de forma significativa na escrita da criança (e do adulto também), na medida em que, ao ler, memorizamos as correspondências ortografia-som sem memorizar regras, e apreendemos também as exceções das mesmas, além de ampliarmos o vocabulário e o conhecimento das estruturas de diferentes textos, o que aumenta o repertório e reflete-se em uma escrita melhor.
Isso explica as diferenças quanto à apropriação da ortografia (saber, por exemplo, que a palavra “onça” deve ser escrita com “ç”, apesar do som de fala ser “s”). Escrever respeitando os padrões da língua é um processo gradual, mas depende muito da estimulação que a criança recebe quanto ao uso significativo (para ela) de material escrito.
Os adultos que participam da vida da criança têm papel fundamental no aprendizado da leitura e escrita. Por isso é importante que sejam modelos de leitura, que leiam freqüentemente para a criança e que introduzam a leitura em sua vida o mais cedo possível. Afinal, ler é um hábito a ser desenvolvido e, como todos os hábitos, só se instala se for realizado muitas vezes.
É fundamental entender que essa aprendizagem é gradativa, que devem ser respeitadas diferenças individuais e não se deve punir e criticar a criança por ela não estar lendo ou escrevendo como outra da mesma idade. Isso poderia atrapalhar o seu desenvolvimento, gerando nela sentimentos de insegurança e incapacidade.
Ao contrário, deve-se compreender que, quanto mais à criança associar a leitura e a escrita com atividades úteis e que lhe dêem prazer, maior será o seu desejo de aproximar-se delas, maior facilidade ela terá de aprendizado (afinal, aprende-se a ler e escrever lendo e escrevendo) e maiores chances ela terá de levar a leitura e a escrita como aliadas para toda a vida.
Família e escola
Família e escolaParcerias para um novo aprender
Maria Irene Maluf, Pedagoga, Especialista em Educação Especial e Psicopedagogia Conselheira Vitalícia da Associação Brasileira de Psicopedagogia Editora da revista Psicopedagogia da ABPPNuma sociedade em constante transformação e eterna ebulição de acontecimentos, descobertas e regras, subentende-se a necessidade premente da escola e da família fazerem novas parcerias. Isso inclui fortalecimento, mudanças e criação de alguns novos papéis, para atender ao perfil da criança e do cidadão que se quer formar no século XXI. As mudanças hoje se dão de forma tão rápida, que é freqüente haver certa confusão, até muito compreensível, entre os papéis das diferentes instituições sociais. A cada dia, multiplicam-se os casos em que tais responsabilidades se embaralham e geram mais distúrbios do que clareiam os problemas. Mas as reflexões não devem parar por aqui, no papel: é preciso pensar nas soluções.Desde questões como a aprendizagem escolar, até a formação de valores, atualmente tudo na educação dos jovens passa pela família e pela escola. Primeiro porque a vida atual faz com que a família leve cedo as crianças aos berçários, creches e pré-escolas. Segundo, porque o objetivo do ensino ampliou-se. Hoje, não basta estudar para ter uma profissão, mas é preciso que as pessoas tornem-se verdadeiramente autônomas para aprender de forma continuada, a fim de se tornarem profissionais bem-sucedidos e cidadãos responsáveis. Essas questões, muito ambiciosas, mas necessárias de serem tratadas, não prescindem de acordos tácitos e muito claros entre educadores e familiares. E complementando, significa que desde o princípio, quando estreamos no papel de pais, devemos ter em mente ações, exemplos diários que transmitam hábitos, regras e valores à criança, o que tem relevância enorme, já que aos seis ou sete anos nossos filhos já passaram da fase de anomia, para o estágio da heteronomia (dos sete aos doze anos) e seguem em direção à autonomia, segundo Jean Piaget*.Por anomia, entende-se total falta de regras (a= não; nomos= regra em grego). Por heteronomia, entende-se um estado em que a criança já percebe a existência de muitas regras, mas onde quem decide o que ela deve ou não fazer são os outros, em geral pais e educadores, donos da "verdade absoluta". O próprio Piaget considerava que o respeito às regras exerce papel fundamental no desenvolvimento da moralidade, honestidade, valores pessoais e sociais. E um caminho seguro para isso é sempre usarmos como princípio no dia-a-dia o "faça o que eu faço "... A escolha da escola é também, por essa questão, uma seleção difícil e delicada que deve ser repensada e reavaliada ao longo dos anos. Pois educar hoje é uma parceria, um processo que começa em casa, mas continua logo em seguida, conjuntamente com a escola, onde as crianças passam boa parte de seu dia. A responsabilidade do colégio, em conhecer as regras valorizadas pela família na educação do seu aluno, é tão grande quanto à dos pais em se informar quais são os princípios educacionais da instituição onde querem matricular os filhos.É bom relembrar que o sucesso ou insucesso na aprendizagem não depende somente do trabalho dos professores: começa em casa, quando fazemos questão que nossos filhos conheçam e sigam regras, normas, ordens, rotinas, adquiram responsabilidades, valores e respeito pelas coisas, obrigações em relação a si e também ao próximo.A aquisição de conhecimentos que a escola fornece por meio de seus professores é de importância indiscutível, mas para que esta seja amalgamada à criança deve vir permeada de atitudes, valores e hábitos que levam ao verdadeiro êxito educacional: a aquisição da autonomia construtiva, produtiva e sadia no aprender e no Ser.* Jean Piaget nasceu em Genebra, Suíça, em 1896. Estudou biologia, mas se dedicou à psicologia e à educação. Tornou-se reconhecido ao organizar o desenvolvimento cognitivo em fases, revolucionando as concepções a respeito da formação do conhecimento e da inteligência. Tornou-se epistemólogo genético ao investigar a natureza do conhecimento e seus estágios de desenvolvimento. Autor de mais de cem livros, entre eles - A construção do Real na Criança, O Desenvolvimento da Noção de Tempo na Criança, Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente e A Equilibração das Estruturas Cognitivas. Num de seus livros mais famosos, A Epistemologia Genética, defendeu que o crescimento humano se forma ao longo da vida, em etapas, por meio da assimilação de dados externos e referências próprias. Ele morreu em 1980.
Maria Irene Maluf, Pedagoga, Especialista em Educação Especial e Psicopedagogia Conselheira Vitalícia da Associação Brasileira de Psicopedagogia Editora da revista Psicopedagogia da ABPPNuma sociedade em constante transformação e eterna ebulição de acontecimentos, descobertas e regras, subentende-se a necessidade premente da escola e da família fazerem novas parcerias. Isso inclui fortalecimento, mudanças e criação de alguns novos papéis, para atender ao perfil da criança e do cidadão que se quer formar no século XXI. As mudanças hoje se dão de forma tão rápida, que é freqüente haver certa confusão, até muito compreensível, entre os papéis das diferentes instituições sociais. A cada dia, multiplicam-se os casos em que tais responsabilidades se embaralham e geram mais distúrbios do que clareiam os problemas. Mas as reflexões não devem parar por aqui, no papel: é preciso pensar nas soluções.Desde questões como a aprendizagem escolar, até a formação de valores, atualmente tudo na educação dos jovens passa pela família e pela escola. Primeiro porque a vida atual faz com que a família leve cedo as crianças aos berçários, creches e pré-escolas. Segundo, porque o objetivo do ensino ampliou-se. Hoje, não basta estudar para ter uma profissão, mas é preciso que as pessoas tornem-se verdadeiramente autônomas para aprender de forma continuada, a fim de se tornarem profissionais bem-sucedidos e cidadãos responsáveis. Essas questões, muito ambiciosas, mas necessárias de serem tratadas, não prescindem de acordos tácitos e muito claros entre educadores e familiares. E complementando, significa que desde o princípio, quando estreamos no papel de pais, devemos ter em mente ações, exemplos diários que transmitam hábitos, regras e valores à criança, o que tem relevância enorme, já que aos seis ou sete anos nossos filhos já passaram da fase de anomia, para o estágio da heteronomia (dos sete aos doze anos) e seguem em direção à autonomia, segundo Jean Piaget*.Por anomia, entende-se total falta de regras (a= não; nomos= regra em grego). Por heteronomia, entende-se um estado em que a criança já percebe a existência de muitas regras, mas onde quem decide o que ela deve ou não fazer são os outros, em geral pais e educadores, donos da "verdade absoluta". O próprio Piaget considerava que o respeito às regras exerce papel fundamental no desenvolvimento da moralidade, honestidade, valores pessoais e sociais. E um caminho seguro para isso é sempre usarmos como princípio no dia-a-dia o "faça o que eu faço "... A escolha da escola é também, por essa questão, uma seleção difícil e delicada que deve ser repensada e reavaliada ao longo dos anos. Pois educar hoje é uma parceria, um processo que começa em casa, mas continua logo em seguida, conjuntamente com a escola, onde as crianças passam boa parte de seu dia. A responsabilidade do colégio, em conhecer as regras valorizadas pela família na educação do seu aluno, é tão grande quanto à dos pais em se informar quais são os princípios educacionais da instituição onde querem matricular os filhos.É bom relembrar que o sucesso ou insucesso na aprendizagem não depende somente do trabalho dos professores: começa em casa, quando fazemos questão que nossos filhos conheçam e sigam regras, normas, ordens, rotinas, adquiram responsabilidades, valores e respeito pelas coisas, obrigações em relação a si e também ao próximo.A aquisição de conhecimentos que a escola fornece por meio de seus professores é de importância indiscutível, mas para que esta seja amalgamada à criança deve vir permeada de atitudes, valores e hábitos que levam ao verdadeiro êxito educacional: a aquisição da autonomia construtiva, produtiva e sadia no aprender e no Ser.* Jean Piaget nasceu em Genebra, Suíça, em 1896. Estudou biologia, mas se dedicou à psicologia e à educação. Tornou-se reconhecido ao organizar o desenvolvimento cognitivo em fases, revolucionando as concepções a respeito da formação do conhecimento e da inteligência. Tornou-se epistemólogo genético ao investigar a natureza do conhecimento e seus estágios de desenvolvimento. Autor de mais de cem livros, entre eles - A construção do Real na Criança, O Desenvolvimento da Noção de Tempo na Criança, Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente e A Equilibração das Estruturas Cognitivas. Num de seus livros mais famosos, A Epistemologia Genética, defendeu que o crescimento humano se forma ao longo da vida, em etapas, por meio da assimilação de dados externos e referências próprias. Ele morreu em 1980.
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